PIERRY LEVI – A METÁFORA DO HIPER TEXTO
Imagens do sentido
Comunicar é agir. É colocar-se em determinada situação, responder a determinada situação, criar uma nova situação, dentro de um contexto. Assim como numa partida de xadrez, em que a cada movimento transforma-se o movimento anterior e criam-se novas possibilidades para o futuro, os diálogos nos permitem infinitas possibilidades de relacionamentos.
O contexto é mutável e inconstante. Os diagramas funcionais do fluxo de informação definem a comunicação como algo que é unidimensional, porém, a cada comentário, cada expressão, cada entendimento, o contexto transmuta de forma atemporal.
Dentro de contextos, palavras têm significados diferentes. Quando ouvimos uma palavras durante um diálogo, nossa mente remete a vários significados, imagens, associações. E os significados que serão trazidos ao consciente dependem do contexto. A função dos textos é de transbordar no leitor a maior rede de significados, acompanhado por sensações, imagens, etc. a cada palavra, algumas conexões dessa rede de significados se fortalecem, se restabelecem ou caem.
Seis características do hipertexto
Essa rede de possibilidades e significados aberta pelos estímulos causados por um texto é o que chamaremos de Hipertexto. Seis princípios abstratos do hipertexto:
Princípio de metamorfose – constante construção e renegociação da rede;
Princípio de heterogeneidade – diferentes nós e conexões;
Princípio de multiplicidade e de encaixe nas escalas – a possibilidade de cada nó repercutir uma toda nova rede, aumentando o nível de precisão.
Princípio da exterioridade – a rede é dependente do exterior, não existe motor interno.
Princípio de topologia – a rede não está no espaço, ela é o espaço.
Princípio de mobilidade dos centros – a rede possui permanentemente diversos centros móveis.
O hipertexto
Bush, um físico da década de 40 e foi o primeiro a inserir a idéia de hipertexto, imaginou uma tecnologia que seria capaz de fazer as associações por nós, e até transformar rapidamente a idéia da palavra em palavra escrita. Seria uma memória auxiliar do cientista. Theodor Nelson inventou o termo hipertexto para exprimir a idéia da escrita/ leitura não linear. Ele idealizava uma possibilidade de fazer estas associações com o auxílio de bibliotecas e acervos mundiais. Temos algo parecido com isso hoje em nossos computadores. Tecnologias interativas, que permitem escolher o rumo do contexto. Tecnologia que permite sensações, habilidades e aprendizagem presenciais, sem estar presente. Dispositivos lógicos e classificatórios, como o sumário, o fichário, manchetes, entre outros, são itens que permitem a interface. Para encontrar um livro numa biblioteca, classificar interessante ou não uma notícia de jornal, ou encontrar uma informação na internet, utilizamos esses parâmetros de busca. Dão suporte informático do hipertexto:
- A representação figurada das estruturas de informação
- o uso do mouse
- os “menus” que mostram as possibilidades de ação
- a tela gráfica
O hipertexto é, portanto uma rede de interface, permitida pela busca a partir de palavras-chave e classificação com dispositivos, remetendo a um banco de dados clássico. Porém, a falta da experiência sensório-motora no hipertexto, limita e transforma a busca muito singular, aumentando a possibilidade de perda do raciocínio. È como se explorássemos um grande mapa sem nunca podermos desdobrá-lo.
Enfim, para buscar informações numa enciclopédia, por exemplo, devemos manuseá-la, acompanha-la com o olhar tendo a ordem alfabética em mente. No hipertexto, que está constantemente em seu complexo movimento, ele faz essa busca por nós.
Imagens do sentido
Comunicar é agir. É colocar-se em determinada situação, responder a determinada situação, criar uma nova situação, dentro de um contexto. Assim como numa partida de xadrez, em que a cada movimento transforma-se o movimento anterior e criam-se novas possibilidades para o futuro, os diálogos nos permitem infinitas possibilidades de relacionamentos.
O contexto é mutável e inconstante. Os diagramas funcionais do fluxo de informação definem a comunicação como algo que é unidimensional, porém, a cada comentário, cada expressão, cada entendimento, o contexto transmuta de forma atemporal.
Dentro de contextos, palavras têm significados diferentes. Quando ouvimos uma palavras durante um diálogo, nossa mente remete a vários significados, imagens, associações. E os significados que serão trazidos ao consciente dependem do contexto. A função dos textos é de transbordar no leitor a maior rede de significados, acompanhado por sensações, imagens, etc. a cada palavra, algumas conexões dessa rede de significados se fortalecem, se restabelecem ou caem.
Seis características do hipertexto
Essa rede de possibilidades e significados aberta pelos estímulos causados por um texto é o que chamaremos de Hipertexto. Seis princípios abstratos do hipertexto:
Princípio de metamorfose – constante construção e renegociação da rede;
Princípio de heterogeneidade – diferentes nós e conexões;
Princípio de multiplicidade e de encaixe nas escalas – a possibilidade de cada nó repercutir uma toda nova rede, aumentando o nível de precisão.
Princípio da exterioridade – a rede é dependente do exterior, não existe motor interno.
Princípio de topologia – a rede não está no espaço, ela é o espaço.
Princípio de mobilidade dos centros – a rede possui permanentemente diversos centros móveis.
O hipertexto
Bush, um físico da década de 40 e foi o primeiro a inserir a idéia de hipertexto, imaginou uma tecnologia que seria capaz de fazer as associações por nós, e até transformar rapidamente a idéia da palavra em palavra escrita. Seria uma memória auxiliar do cientista. Theodor Nelson inventou o termo hipertexto para exprimir a idéia da escrita/ leitura não linear. Ele idealizava uma possibilidade de fazer estas associações com o auxílio de bibliotecas e acervos mundiais. Temos algo parecido com isso hoje em nossos computadores. Tecnologias interativas, que permitem escolher o rumo do contexto. Tecnologia que permite sensações, habilidades e aprendizagem presenciais, sem estar presente. Dispositivos lógicos e classificatórios, como o sumário, o fichário, manchetes, entre outros, são itens que permitem a interface. Para encontrar um livro numa biblioteca, classificar interessante ou não uma notícia de jornal, ou encontrar uma informação na internet, utilizamos esses parâmetros de busca. Dão suporte informático do hipertexto:
- A representação figurada das estruturas de informação
- o uso do mouse
- os “menus” que mostram as possibilidades de ação
- a tela gráfica
O hipertexto é, portanto uma rede de interface, permitida pela busca a partir de palavras-chave e classificação com dispositivos, remetendo a um banco de dados clássico. Porém, a falta da experiência sensório-motora no hipertexto, limita e transforma a busca muito singular, aumentando a possibilidade de perda do raciocínio. È como se explorássemos um grande mapa sem nunca podermos desdobrá-lo.
Enfim, para buscar informações numa enciclopédia, por exemplo, devemos manuseá-la, acompanha-la com o olhar tendo a ordem alfabética em mente. No hipertexto, que está constantemente em seu complexo movimento, ele faz essa busca por nós.
O mesmo texto que está abaxio em tópicos, aqui em síntese.
é muito interessante, leiam!
Trupe JuCaMaLu
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